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Sobre o Autor

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Sérgio Gaspar é fotógrafo e artista visual pernambucano, homem negro que tem na cidade seu principal campo de experimentação estética e política. Com formação pela Escola de Fotografia Pernambucana e pelo Instituto Federal de Pernambuco, construiu uma prática que une rigor técnico, sensibilidade documental e atenção às camadas simbólicas que atravessam a vida urbana.

Sua produção parte do cotidiano — dos gestos, das travessias, dos silêncios e das tensões que estruturam a experiência coletiva — para criar imagens que revelam o que muitas vezes passa despercebido.

Ao longo de sua trajetória, Sérgio desenvolveu um olhar atento às disputas de presença e invisibilidade que marcam a cidade, especialmente para corpos negros, trabalhadores e sujeitos que compõem a base viva do espaço urbano. Seu trabalho se fortalece nesse lugar de escuta: uma fotografia que observa, registra e devolve dignidade aos fragmentos que constroem nossas paisagens humanas. Como artista visual, investiga a relação entre forma, cor e narrativa, articulando escolhas estéticas que ampliam a leitura da cena e evidenciam camadas sensíveis do real.


Suas imagens já dialogaram com veículos de imprensa como Estadão, Folha de S. Paulo, Correio Brasiliense, Zero Hora, Diario de Pernambuco, Folha de Pernambco e Jornal do Commercio, demonstrando domínio técnico e capacidade de transformar situações ordinárias em documentos visuais de alta potência narrativa. Entre suas linhas de atuação, destacam-se o interesse por temas ligados à presença negra na cidade, ao corpo como território e à construção de identidades urbanas.


Neste fotolivro, Sérgio apresenta uma síntese de sua pesquisa — não como protagonista do tema, mas como autor que interpreta a cidade a partir de sua vivência, de sua trajetória e de seu corpo negro em deslocamento constante. Suas imagens revelam que fotografar é, antes de tudo, um exercício de posicionamento: escolher de onde olhar, o que destacar, o que merece ser lembrado. Assim, sua obra se afirma como prática estética e como gesto político, reafirmando a fotografia como ferramenta de reconhecimento, memória e presença.

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